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Visão Geral do Traffic Manager

Atualizado: setembro de 2014

Windows Azure Traffic Manager

O Azure Traffic Manager permite controlar a distribuição do tráfego do usuário nos pontos de extremidade especificados, o que pode incluir serviços de nuvem e sites. O Traffic Manager funciona aplicando um mecanismo de política inteligente às consultas DNS (Serviço de Nomes de Domínio) nos nomes de domínio dos recursos de Internet. Seus serviços de nuvem ou sites Azure podem ser executados em diferentes bases de dados em todo o mundo.

O Traffic Manager pode ajudar você a:

  • Melhorar a disponibilidade de aplicativos críticos - O Traffic Manager permite melhorar a disponibilidade de seus aplicativos críticos, monitorando seus pontos de extremidades no Azure e fornecendo recursos de falha automático quando um serviço Azure em nuvem, site Azure, ou em outro local é desativado.

  • Aumentar a capacidade de resposta de aplicativos de alto desempenho – O Azure permite executar serviços de nuvem ou sites em data centers espalhados pelo mundo inteiro. O Traffic Manager pode melhorar a capacidade de resposta dos seus aplicativos e os prazos de entrega de conteúdo, orientando os usuários finais para o pontos de extremidade com a menor latência de rede do cliente.

  • Atualizar e realizar a manutenção de serviço, sem tempo de inatividade- O Traffic Manager suporta cenários estendidos para a nuvem híbrida e implantações locais, incluindo os cenários "expandir para nuvem", "migrar para a nuvem", e "falha na nuvem". Quando um ponto de extremidade for desativado, talvez para manutenção, o Traffic Manager direciona o tráfego de usuários para os outros parâmetros disponíveis que você define no perfil do Traffic Manager. Isso ajuda a manter e atualizar os serviços sem tempo de inatividade para os clientes.

Quando você configurar um perfil do Traffic Manager, as configurações especificadas fornecerão a ele as informações necessárias para determinar qual ponto de extremidade deve atender à solicitação com base em uma consulta DNS. Nenhum tráfego de ponto de extremidade é roteado de fato pelo Traffic Manager.

Figure 1 mostra como o Traffic Manager direciona os usuários para um dos conjuntos de pontos de extremidade. Os números na Figura 1 correspondem às descrições numeradas abaixo:

Como o Traffic Manager funciona

Figura 1

  1. Tráfego do usuário para nome de domínio da empresa: O cliente solicita informações usando o nome de domínio da empresa. A meta é resolver um nome DNS para um endereço IP. Os domínios da empresa que devem ser reservados por meio de registros normais do nome de domínio na Internet são mantidos fora do Traffic Manager. Na Figura 1, o domínio da empresa de exemplo é www.contoso.com.

  2. Nome de domínio da empresa para o nome de domínio do Traffic Manager: O registro de recursos DNS do domínio da empresa aponta para um nome de domínio do Traffic Manager mantido no Azure Traffic Manager. Isso é obtido usando um registro de recursos CNAME que mapeia o nome de domínio da empresa para o nome de domínio do Traffic Manager. No exemplo, o nome de domínio do Traffic Manager é contoso.trafficmanager.net.

  3. Nome de domínio e perfil do Traffic Manager: O nome de domínio do Traffic Manager faz parte do perfil do Traffic Manager. O servidor DNS do usuário envia uma nova consulta DNS para o nome de domínio do Traffic Manager (em nosso exemplo, contoso.trafficmanager.net), que é recebida pelos servidores de nome DNS do Traffic Manager.

  4. Regras de perfis do Traffic Manager processadas: O Traffic Manager utiliza o método de balanceamento de carga especificada e status de monitoramento para determinar qual Azure ou outros pontos de extremidade devem atender à solicitação.

  5. Nome de domínio do ponto de extremidade enviado ao usuário: O Traffic Manager retorna um registro CNAME que mapeia o nome de domínio do Traffic Manager para o nome de domínio do ponto de extremidade. O servidor DNS do usuário resolve o nome de domínio do ponto de extremidade em seu endereço IP e o envia para o usuário.

  6. O usuário chama o ponto de extremidade: O usuário chama o ponto de extremidade retornado diretamente usando seu endereço IP. Uma vez que o domínio da empresa e o endereço IP resolvido são armazenados em cache na máquina do cliente, o usuário continua interagindo com o ponto de extremidade escolhido até que sua entrada no cache DNS local expire. É importante observar que o cliente DNS armazena em cache as entradas do host DNS pelo tempo da respectiva TTL (Vida útil). Recuperar entradas do host a partir do cache do cliente DNS ignora o perfil do Traffic Manager e poderiam ocorrer atrasos na conexão se o ponto de extremidade se tornar indisponível antes de a TTL expirar. Se a TTL de uma entrada do host DNS no cache expirar e o computador cliente precisar resolver o nome de domínio da empresa novamente, ele enviará uma nova consulta DNS.

O processo se repete quando a entrada do cache DNS do cliente expirar e o computador cliente precisar resolver o nome de domínio da empresa novamente. O usuário pode receber o endereço IP de um ponto de extremidade diferente, dependendo do método de balanceamento de carga aplicado e da integridade do serviço dos pontos de extremidade no momento da solicitação.

A Figure 2 mostra as etapas, na ordem, necessárias para implementar o Traffic Manager. Essas etapas podem ser realizadas em uma ordem ligeiramente diferente quando você tem uma compreensão sólida da configuração do Traffic Manager e as práticas recomendadas. Os números na Figura 2 correspondem às descrições numeradas abaixo:

Como definir o Traffic Manager

Figura 2

  1. Implante seus serviços de nuvem do Azure, sites do Azure, ou outros pontos de extremidade para seu ambiente de produção.Quando você cria um perfil do Traffic Manager, deve ser associado a uma assinatura. Você, então, adiciona pontos de extremidade para serviços em nuvem e sites de camadas padrão em produção que fazem parte da mesma assinatura. Se um ponto de extremidade estiver em preparao e não estiver em um ambiente de produção do Azure ou não estiver na mesma assinatura, ele não estará disponível para adição. Para obter mais informações sobre serviços de nuvem, consulte Serviços de nuvem. Para obter mais informações sobre sites, consulte Sites.

  2. Escolha o método de balanceamento de carga que você quer usar. Três métodos diferentes de balanceamento de carga estão disponíveis. Reserve um tempo para compreender quais métodos atendem melhor aos seus requisitos. Se você precisar alterar o método posteriormente, poderá fazer isso a qualquer momento. Observe também que cada método requer etapas de configuração ligeiramente diferentes. Para obter mais informações sobre os métodos de balanceamento de carga, consulte Sobre os métodos de balanceamento de carga do Traffic Manager.

  3. Escolha a configuração de monitoração que você quer usar.O Traffic Manager monitora pontos de extremidade para garantir que eles fiquem online, independentemente do método de balanceamento de carga. Depois que você definir as configurações de monitoramento, o Traffic Manager não enviará o tráfego para pontos de extremidade que estejam offline de acordo com o sistema de monitoramento, a menos que ele detecte que todos os pontos de extremidade estão offline ou que ele não possa detectar o status de nenhum ponto de extremidade contido no perfil. Para obter mais informações sobre monitoramento, consulte Sobre o monitoramento do Traffic Manager.

  4. Escolha um nome para o domínio do Traffic Manager. Pense em um nome para seu domínio com um prefixo exclusivo. A segunda parte do domínio, trafficmanager.net, é fixa. Para obter mais informações, consulte Práticas recomendadas.

  5. Crie seu perfil e configure os parâmetros. Você pode optar por usar APIs REST ou o Portal de Gerenciamento para criar o perfil do Traffic Manager e configurar parâmetros. As etapas a seguir supõem que você usará a Criação Rápida no Portal de Gerenciamento.

    • Criar o perfil do Traffic Manager - Para criar um perfil usando a Criação Rápida no Portal de Gerenciamento, consulte Criar um perfil do Traffic Manager usando a Criação Rápida.

    • Definir as configurações do método de balanceamento de carga – Na Criação Rápida, você deve selecionar o método de balanceamento de carga do perfil. Essa configuração pode ser alterada a qualquer momento no Portal de Gerenciamento após concluir as etapas da Criação Rápida. Para obter as etapas de configuração, consulte o tópico que corresponde ao método de balanceamento de carga: Configurar o balanceamento de carga de desempenho, Configurar balanceamento de carga de failover, Configurar o balanceamento de carga round robin.

      noteObservação
      O método de balanceamento de carga Round Robin também suporta distribuição pesada de tráfego de rede. No entanto, neste momento você deve usar os APIs da REST ou o Windows PowerShell para configurar o peso. Para obter mais informações, consulte Sobre os métodos de balanceamento de carga do Traffic Manager.

    • Configurar pontos de extremidade – Pontos de extremidade não são configurados durante a Criação rápida. Após criar o perfil e especificar o método de balanceamento de carga, você deverá permitir que o Traffic Manager conheça os pontos de extremidade. Para obter as etapas para configurar pontos de extremidade para serviços de nuvem Azure ou sites, consulte Adicionar ou excluir pontos de extremidade. Para configurar pontos de extremidade para outros locais usando REST, consulte Criar Definição. Para configurar pontos de extremidade para outros locais usando o Windows PowerShell, consulte Add-AzureTrafficManagerEndpoint. Não há suporte para configurar outros tipos de pontos de extremidade.

    • Definir as configurações de monitoramento – As configurações não são definidas durante a Criação Rápida. Após criar o perfil e especificar o método de balanceamento de carga, você deverá permitir que o Traffic Manager saiba o que monitorar. Para conhecer as e tapas para configurar o monitoramento, consulte Configurar o monitoramento do Traffic Manager.

  6. Teste o perfil do Traffic Manager. Verifique se o perfil e o domínio estão funcionando corretamente. Para obter informações sobre como fazer isso, consulte Testando as configurações do Traffic Manager.

  7. Aponte o registro do recurso DNS do nome de domínio da sua empresa para o perfil para ativá-lo.Para obter mais informações, consulte Apontar um domínio de Internet da empresa para um domínio do Traffic Manager.

    Usando o exemplo na Figura 1, você alteraria o registro de recursos DNS em seus servidores para o seguinte para apontar o nome de domínio da empresa para o nome de domínio do Traffic Manager:

    www.contoso.com IN CNAME contoso.trafficmanager.net

Você pode configurar as definições do Traffic Manager usando o Portal de Gerenciamento, com os APIs da REST e com os cmdlets do Windows PowerShell.

Apesar de cada elemento da API da REST não ser visível no Portal de Gerenciamento, muitas configurações estão disponíveis nos dois métodos. Para obter mais informações sobre o uso de APIs REST, consulte Operações para Traffic Manager (Referência de API REST).

Para mais informações sobre os cmdlets do Windows PowerShell para o Traffic Manager, consulte Cmdlets do Azure Traffic Manager.

noteObservação
  • Não há suporte para configurar pontos de extremidade externos (tipo = 'Qualquer') com o Portal de Gestão. Ao usar estes parâmetros com o método de balanceamento de carga de desempenho, você deve especificar o local, e este parâmetro não está disponível no Portal de Gestão.

  • Não existe atualmente suporte para configurar pesos para o método de balanceamento de carga Round Robin com o Portal de Gestão. Você deve usar o REST (consulte Criar Definição) ou Windows PowerShell (consulte New-AzureTrafficManagerProfile).

No Portal de Gerenciamento, você pode criar seu perfil do Traffic Manager usando Criação Rápida. A Criação Rápida permite criar um perfil básico. Depois de criar seu perfil, você poderá configurar parâmetros adicionais ou editar os parâmetros configurados antes. Para obter mais informações sobre como criar seu perfil do Traffic Manager usando a Criação Rápida, consulte Criar um perfil do Traffic Manager usando a Criação Rápida.

Você pode configurar o seguintes parâmetros no Portal de Gerenciamento:

  • Prefixo DNS – Um prefixo exclusivo que você pode criar. Perfis são exibidos no Portal de Gerenciamento por prefixo.

  • TTL do DNS – o valor da TTL do DNS controla com que frequência o servidor de nome do cache local do cliente consultará o sistema DNS do Azure Traffic Manager para entradas DNS atualizadas.

  • Assinatura – Selecione a assinatura à qual corresponderá seu perfil. Observe que essa opção aparecerá apenas se você tiver várias assinaturas.

  • Método de balanceamento de carga – A forma como você deseja que o Traffic Manager trate o balanceamento de carga.

  • Ordem de failover – Ao usar o método de balanceamento de carga de failover, siga a ordem dos pontos de extremidade.

  • Monitoramento – As configurações de monitoramento contêm o protocolo (HTTP or HTTPS), a porta, o caminho relativo e o nome do arquivo.

É possível criar e configurar seu perfil do Traffic Manager usando APIs REST. Para obter mais informações, consulte Operações para Traffic Manager (Referência de API REST).

  • Perfil – Um perfil contém um prefixo de nome de domínio que você cria. Cada perfil corresponde a sua assinatura. Você pode criar vários perfis por assinatura. O nome do perfil está visível no Portal de Gerenciamento. O nome que você cria, que está contido no perfil, é referido como seu Domínio do Traffic Manager.

  • Definição – Uma definição contém configurações de política e de monitor. Uma definição corresponde a um perfil. Você pode ter apenas uma definição por perfil. A própria definição não está visível no Portal de Gerenciamento, embora muitas configurações contidas na definição estejam visíveis e possam ser configuradas no Portal de Gerenciamento.

  • Opções de DNS – Em cada definição, há opções de DNS. É aqui que a TTL do DNS é configurada.

  • Monitores – Há configurações de monitor dentro de cada definição. É aqui que o protocolo, a porta, o caminho relativo e o nome do arquivo são configurados. As configurações do monitor estão visíveis e podem ser configuradas no Portal de Gerenciamento. Para obter mais informações, consulte Sobre o monitoramento do Traffic Manager.

  • Política – Há configurações de política dentro de cada definição. A política é onde os métodos de balanceamento de carga e os pontos de extremidade estão especificados. A própria política não está visível no Portal de Gerenciamento, embora algumas das configurações para a política estejam visíveis e possam ser configuradas no Portal de Gerenciamento. Para obter mais informações, consulte Sobre os métodos de balanceamento de carga do Traffic Manager.

É possível criar e configurar seu perfil do Traffic Manager usando o Windows PowerShell. Para mais informações, consulte os cmdlets Azure Traffic Manager.

  • Torne os prefixos exclusivos e fáceis de entender – O nome DNS do seu perfil do Traffic Manager deve ser exclusivo. Não é possível controlar apenas a primeira parte do nome DNS. O nome de domínio do Traffic Manager é usado apenas para identificação e fins de direcionamento da solicitação do cliente. Computadores clientes nunca exibirão esses nomes para o usuário final. No entanto, os perfis são identificados por esse nome de domínio, portanto, é importante que você possa identificá-lo rapidamente entre outros nomes de domínio listados no Portal de Gerenciamento.

  • Use pontos para adicionar exclusividade ou tornar os nomes de domínio legíveis – você também pode usar pontos para separar partes do prefixo do nome de domínio. Se estiver planejando criar várias políticas no Traffic Manager, use uma hierarquia consistente para diferenciar um serviço de outro. Por exemplo, a Contoso tem serviços globais para Web, cobrança e gerenciamento de serviços públicos. As três políticas seriam web.contoso.trafficmanager.net, bill.contoso.trafficmanager.net e util.contoso.trafficmanager.net. Ao configurar serviços de nuvem ou sites, use nomes que incluam local. Por exemplo, web-us-contoso.cloudapp.net e web-asia-contoso.cloudapp.net. Suas limitações são as impostas por DNS. Suponha que um nome de domínio seja uma sequência de rótulos separados por pontos (rótulo.rótulo.rótulo.rótulo.etc.). No momento em que este documento foi escrito, os limites para nomes de domínio no Traffic Manager eram os seguintes:

    • Cada rótulo pode ter, no máximo, 63 caracteres.

    • Não é possível ter mais de 40 rótulos no total. Uma vez que dois rótulos são ocupados por trafficmanager.net, isso deixa 38 para seu prefixo.

    • O nome de domínio inteiro pode ter um máximo de 253 caracteres. Lembre-se de que trafficmanager.net ocupa 19 desses caracteres.

  • TTL do DNS – o valor da TTL do DNS controla com que frequência o servidor de nome do cache local do cliente consultará o sistema DNS do Azure Traffic Manager para entradas DNS atualizadas. Qualquer alteração que ocorra no Traffic Manager, como alterações de perfil ou alterações na disponibilidade do ponto de extremidade, fará com que esse período de tempo seja atualizado em todo o sistema global dos servidores DNS. É recomendável deixar a configuração no valor padrão de 300 segundos (5 minutos). Um número maior aumenta o tempo de armazenamento em cache de respostas DNS do Traffic Manager por clientes e resolvedores DNS, o que reduz a latência geral da consulta DNS. Entretanto, se for necessário um failover bem rápido, talvez você prefira configurar um valor inferior.

  • Os Pontos de extremidade devem estar em uma única assinatura - Todos os pontos de extremidade devem estar na mesma inscrição em que você está criando o perfil. Você pode adicionar pontos de extremidade de diferentes assinaturas a um perfil como pontos de extremidade externos, mas o Azure não irá removê-los automaticamente, se você desativar ou apagar o serviço associado. Como resultado, os pontos de extremidade externos permanecem no perfil do Traffic Manager e você vai continuar sendo cobrado por eles a menos que você os remova manualmente.

  • Apenas serviços de produção – Somente os pontos de extremidade em um ambiente de produção estão disponíveis. Não é possível direcionar para pontos de extremidade em execução em um ambiente de preparação. Observe que se você executar uma permuta de endereço IP (VIP) enquanto um perfil estiver direcionando tráfego, esse usará o ponto de extremidade permutado recentemente no ambiente de produção.

  • Nomeie seus pontos de extremidade para que eles possam ser identificados com facilidade – Considere o prefixo DNS que você quer usar. O nome DNS é usado porque é garantido que ele seja exclusivo em uma assinatura, enquanto o nome do serviço de nuvem ou site pode não ser. Para evitar confusão, forneça a um serviço de nuvem ou site um nome e um prefixo DNS que sejam iguais ou semelhantes. Se você tiver mais de 20 serviços de nuvem e sites, a nomeação inadequada poderá dificultar a localização do ponto de extremidade correto. Além disso, os pontos de extremidade nomeados inadequadamente tornam os perfis difíceis de manter.

  • Todos os pontos de extremidade em um perfil devem atender às mesmas operações e portas – se você mesclar os pontos de extremidade, haverá mais probabilidade de um cliente chamar um ponto de extremidade que não atenda à solicitação.

  • Todos os serviços de nuvem em um perfil devem usar as mesmas configurações de monitoramento – você pode escolher um único caminho e arquivo para monitorar todos os pontos de extremidade em determinada definição. Você pode inserir "/" na caixa de texto Caminho relativo e nome de arquivo para que o monitoramento tente acessar o caminho e o nome de arquivo padrão.

  • Desabilite os pontos de extremidade para alterações temporárias, em vez de alterar sua configuração – em muitos casos, talvez seja conveniente desativar um ponto de extremidade. Em vez de remover o ponto de extremidade do seu perfil, basta desabilitar cada ponto de extremidade no seu perfil. Isso deixa o ponto de extremidade como parte do perfil, mas o perfil age como se o ponto de extremidade não estivesse incluído nele. Isso é bastante útil para remover temporariamente um ponto de extremidade que esteja no modo de manutenção ou que esteja sendo reimplantado. Quando o ponto de extremidade estiver funcionando novamente, você pode o habilitar. Para obter mais informações, consulte Desabilitar ou habilitar um ponto de extremidade.

  • Desabilite um perfil para alterações temporárias em vez de excluí-lo – você poderá querer colocar um perfil inteiro offline, não apenas pontos de extremidade individuais especificados dentro dele. Para fazer isso, desabilite o perfil. Quando você desabilita um perfil, todas as configurações permanecem disponíveis para você editar no portal de gerenciamento, e você poderá colocar o perfil novamente online de modo rápido e fácil quando quiser usá-lo novamente. Para obter mais informações, consulte Desabilitar, habilitar ou excluir um perfil.

  • Armazenamento – como você cria o local e a distribuição de seu armazenamento é um ponto importante ao usar o Traffic Manager. Pense na transação completa e como seus dados fluirão quando você desenvolver e implantar seus aplicativos para o Traffic Manager.

  • SQL Azure – da mesma forma que no armazenamento, desenvolva e analise o estado do aplicativo e os requisitos de dados ao estender os pontos de extremidade a várias regiões geográficas.

Consulte também

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